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Em Joinville, Governo do Estado apresenta índices de SC e projeta um novo ciclo de desenvolvimento

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Com uma perspectiva otimista sobre o futuro, o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável Luciano Buligon mostrou os índices de Santa Catarina que se destacam no cenário nacional e projetam números ainda melhores no pós pandemia. A apresentação que ocorreu no Salão Nobre Schulz, na sede da Associação Empresarial de Joinville ( ACIJ), no Norte do Estado, e contou com a presença de empresários, lideranças, parlamentares e o prefeito da cidade, Adriano Silva.

"Sim, enfrentamos um momento difícil e desafiador onde a prioridade é a saúde das pessoas e a manutenção do emprego. Mas, os números mostram a força de Santa Catarina e a resiliência perante o enfrentamento da pandemia, aliado à decisões acertadas do nosso governador Carlos Moisés que nos guia para um estado que, tenho certeza, sairá mais fortalecido e com oportunidades aos catarinenses", disse.

Na oportunidade, o secretário assumiu o compromisso de criar, em conjunto com as entidades representativas do setor produtivo, um Masterplan para balizar o melhor aproveitamento das oportunidades para um novo ciclo de crescimento.

Buligon citou os números mais recentes do crescimento em março comparado com o mesmo período do ano passado: 36.5% na indústria, 13.2% nos serviços e 25.8% no comércio - e a redução da taxa de endividamento do catarinense, diferentemente do que ocorreu com a média nacional. "Dados da Fecomércio nos mostram que, enquanto a maioria dos brasileiros usou o auxílio emergencial para gastos, o catarinense pagou dívidas", salientou ressaltando o estudo de abril deste ano que mostra que apenas 10.6% dos catarinenses têm contas em atraso enquanto que a média nacional é de 24.2%.

O presidente da ACIJ, Marco Antonio Corsini, agradeceu a apresentação, reiterou a disposição do setor produtivo em atuar em parceria com o poder público e pediu atenção especial à questão energética e ao Instituto do Meio Ambiente (IMA), órgão ligado ao secretário. "Precisamos que o Estado viabilize a energia elétrica necessária para as empresas aumentarem sua capacidade de produção no período pós-pandemia. E precisamos desburocratizar o IMA, proporcionando mais agilidade e segurança jurídica para estimular o crescimento sustentável", afirmou.

Projeções econômicas

Durante a apresentação o secretário destacou uma análise da atividade econômica do Estado de 2020, na comparação com o mesmo período de 2019, traçando então, uma estimativa preliminar do PIB. Conforme os dados, Santa Catarina aponta um desempenho acima do previsto para o país, mesmo em meio à pandemia. Enquanto dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram uma retração de 4,1% para a economia brasileira em 2020 e, estimativa do Fundo Monetário Internacional (FMI) de 3,5% para a mundial, Santa Catarina encolheu apenas 0,9% no mesmo ano.

O secretário destacou os números do emprego no Estado, onde Santa Catarina registrou uma ampliação de 86,8 mil postos formais de trabalho no primeiro trimestre de 2021. O resultado é o maior saldo de empregos para os três primeiros meses do ano em toda a série histórica, iniciada em 2004, conforme aponta o Caged. Frisou que desde o início da pandemia, o Governo disponibilizou cerca de R$ 1,4 bilhão em programas de incentivo, linhas de crédito e outras medidas de subsídio a empreendedores catarinenses de diversos setores. A expectativa é que o valor do programa de retomada econômica alcance R$ 2,3 bilhões até 2022.

A apresentação ocorreu com o respeito a todos os protocolos sanitários, como ocupação de até 25% da capacidade do local, aferição de temperatura, uso de máscara, uso de álcool em gel e distanciamento. Participaram associados, parceiros, autoridades públicas, como o prefeito Adriano Silva e o deputado estadual Kennedy Nunes, e lideranças empresariais, como o sócio-benemérito Udo Döhler.

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